As Guildas ou Corporações de oficios eram associações de artesãos que exerciam a mesma profissão.
Esses profissionais se agrupavam para defender seus interesses, como os preços de compra e venda ou padronização da qualidade dos produtos.
Quando alguem tinha interesse em aprender o oficio entrava como aprendiz, enquanto recebia treinamento era pago apenas com moradia e comida. O período de aprendizado podia variar de 2 a sete anos dependendo do oficio. Então o aprendiz se tornava jornaleiro (também chamado de oficial) e depois de mais um período, além de uma prova e pagamento de uma taxa, ele poderia então se tornar mestre e ter sua própria oficina.
Atualmente na cidade de São Paulo existe uma Guilda, Guilda dos Armoeiros, que se dedica a recriar itens bélicos do período medieval como espadas, armaduras, escudos, etc.
Segue abaixo o link da Guilda dos Armoeiros, acessem e depois comentem qual foi o item que mais lhe interessou e porquê.
http://www.armaduras.com.br/aguilda.php
Errar é humanas, porque só nós temos capacidade de transformar nossos erros em vitórias!!
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Ala das baianas
A importância da Ala das Baianas nas escolas de samba pode ser medida de imediato pelo valor da nota que lhes é atribuída nos desfiles. Com no máximo trinta componentes, tem o mesmo peso da bateria, que muitas vezes tem mais de quatrocentos integrantes. Carregada de simbologia, a ala representa o elo histórico entre o samba e as antigas baianas.
Desde o primeiro momento, no Rio de Janeiro, quando chegou pelas mãos dos migrantes baianos, o samba foi acalentado nos casarões das velhas “tias”, que preservaram os costumes culinários, musicais e visuais (no que diz respeito aos trajes) trazidos junto com suas mudanças.
O desenhista francês Debret, impressionado com as batas, as saias presas na cintura e que não passavam do meio da canela, ornadas com rendas; os colares de ouro ou coral; as pulseiras e os berloques de prata; as pequenas chinelas que mal abrigavam os dedos, deixando livres os calcanhares, fixou as baianas muitas vezes nas telas em que retratou o Brasil.
Edison Carneiro, em seus estudos folcioristas, conta que o aparecimento das baianas em trajes típicos remonta aos grupos africanos que foram traficados para o Brasil. Segundo ele, o turbante é muçulmano, os panos-da-costa e as saias rodadas, sudanesas, e os colares é figas-de-guiné, o toque final ao conjunto. Tais aspectos dão referências históricas à figura da baiana.
A ala tem a função de aludir, portanto, às origens afro-baianas do samba, elo tradicional que ainda mantém as escolas de samba unidas a seu cordão umbilical, mesmo com toda a pompa e circunstância que cercam hoje seus luxuosos desfiles.
Não foi sem motivo que Ismael Silva exigiu uma ala de baianas, logo no primeiro desfile de sua Escola de Samba Deixa Falar. A exigência foi cumprida, transformando-se em tradição e parte intocável do regulamento dos desfiles das escolas até hoje. Certamente uma homenagem às “tias” baianas, pioneiras e protetoras do samba nos seus primórdios.
A tradição viva: obrigatórias por regulamento, as baianas mantêm em sua ala as origens culturais do samba.
[Fonte: História do Samba - Editora Globo]
http://www.escoladesambadragoes.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=28&Itemid=21
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Pra quem gosta de Carnaval...algumas histórias....mestre sala e porta bandeira
Particularmente sempre gostei dos Desfiles de Escolas de Samba, falam da história....e tem, em sua própria composição, a história.
Os elementos que compõe um desfile: ala das baianas, velha guarda, mestre sala e porta bandeira, enfim...cada item é um pedaço de uma cultura popular riquíssima...acredito então que seja importante manter isso vivo, resgatando esses elementos.
http://www.brasilescola.com/carnaval/porta-bandeira.htm
Os elementos que compõe um desfile: ala das baianas, velha guarda, mestre sala e porta bandeira, enfim...cada item é um pedaço de uma cultura popular riquíssima...acredito então que seja importante manter isso vivo, resgatando esses elementos.
Mestre Sala e Porta Bandeira
O casal de porta-bandeira e mestre-sala apresenta-se
usando trajes que representam a nobreza do século XVIII, porém com o
exagero dos enfeites.
Historicamente falando, o casal surgiu no período da
colonização, quando a corte portuguesa realizava o entrudo, como os portugueses chamavam o período do carnaval, nas casas
grandes, as sedes das fazendas.
Com o passar dos anos, os negros adotaram essa festa, durante ela, o casal imitava seus senhores, os barões e
baronesas, como motivo de gozação. A brincadeira agradava a todos,
tornando-se uma tradição da festa, sendo mais tarde batizados como
Porta-Bandeira e Mestre-Sala.
Atualmente a avaliação do mestre sala e porta bandeira é feita conforme a exibição do casal, que
deve bailar suavemente ao ritmo do samba, fazendo os passos
considerados obrigatórios, como meneios, giros, meias-voltas, mesuras e
torneados. Além desses, o casal é avaliado pela harmonia entre ambos, a
integração dos passos, o cortejo do homem, a proteção e cortesia que dá à
sua dama e à bandeira da agremiação – que representa todo o pavilhão da
escola de samba.
Assim é o mestre sala é como um protetor da escola, simbolizada pela bandeira.
A avaliação vai também para a apresentação da
porta-bandeira, que deve carregar o estandarte da escola sem deixá-lo
enrolar ou bater em seu próprio corpo, com leveza, gracejo e
correspondendo aos cortejos do mestre-sala.
As roupas do casal devem estar nas cores da escola,
mas também adequadas para a apresentação, com acabamentos bem feitos e
extremamente luxuosos. Devem também estar adequadas para não
impedir os movimentos do casal.
Alguns itens são verificados e podem acarretar penalidade, o casal não pode ficar de costas um para o
outro, no mesmo momento, deixar cair ou perder qualquer elemento da
composição de suas roupas e adereços (chapéus, sapato, esplendor,
bandeira), mesmo que acidentalmente.
Além do primeiro casal de porta-bandeira e
mestre-sala, existem outros casais que se apresentam nos desfiles com a
mesma função. Eles servem para treinar outros componentes da escola,
caso haja algum imprevisto, além de garantir o preparo das gerações
futuras, garantindo a beleza e a qualidade da apresentação.
Muitos deles também cobrem as agendas do primeiro
casal, quando são solicitados em festas e apresentações dentro ou fora
do país, marcadas na mesma data.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Sugestões para o Carnaval
Para a maioria o Carnaval é um período de festas e danças, mas...nem todos gostam de ir pra rua comemorar, pensando nisso seguem algumas sugestões, alguns filmes...não muito novos.....mas que valem a pena. Peguem a pipoca e boa diversão!!
Elizabeth - 1998 => Este filme ajuda principalmente para se sentir o clima do período as intrigas e violência usadas para se manter o poder.
Inglaterra, 1554. O país está dividido entre católicos e protestantes. Mary Tudor (Kathy Burke) está no poder e uma católica fervorosa, mas tem um tumor que a deixa com os dias contados. Sua meia-irmã, Elizabeth (Cate Blanchett), uma protestante convicta e a primeira na linha de sucessão. Elizabeth levada até a rainha, que tenta fazê-la prometer que o país seguirá o catolicismo. Mas, apesar de poder morrer, Elizabeth diz que será fiel sua consciência. Já no leito de morte de Mary Tudor, o Duque de Norfolk (Christopher Eccleston) tenta fazer em vão com que a rainha assine a pena de morte de Elizabeth que, com a morte de Mary, coroada rainha. Entretanto, Elizabeth herda um país falido, sem exército e com inimigos por todos os lados, até mesmo na sua própria corte, forçando-a a calcular cada passo para permanecer no poder. Inicialmente ela comete erros graves, mas gradativamente vai se firmando e, sempre aconselhada por Sir Francis Walsingham (Geoffrey Rush), ela planeja matar todos os seus inimigos para consolidar seu poderio.
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-19280/
Guerra do fogo - 1981 => Não julgue o filme pela falta de falas, o trabalho gestual dos atores é ótimo, interessante ressaltar que ele mostra como grupos humanos do mesmo período tinham diferentes níveis de evolução.
Estudo profundo e delicado sobre a descoberta do fogo na pré-história. Coube a Burgess criar uma “linguagem falada” e ao etnólogo Desmond Morris a linguagem corporal e gestual das tribos beneficiadas pelo fogo. Baseado no livro de J.H. Rosny Sr.
O filme trata de dois grupos de hominídios pré-históricos: um que cultuava o fogo como algo sobrenatural e outro que dominava a tecnologia de fazer o fogo. Em termos de linguagem, o primeiro não está muito longe dos demais primatas, emitindo gritos e grunhidos quase na totalidade vocálicos. Já o segundo grupo parece ter uma comunicação mais complexa, com maior número de sons articulados. Há outros elementos culturais, como habitações e ritos, que denotam um maior grau de complexidade do segundo grupo com relação ao primeiro.
http://www.redefilmesonline.net/2010/11/a-guerra-do-fogo-dublado-ver-filme-online.html
http://www.comciencia.br/resenhas/guerradofogo.htm
A cobra fumou - 1999 => Pra quem tem interesse sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial este documentário é o ideal, depoimentos riquíssimos de quem realmente esteve no front.
Em novembro de 1999, uma equipe de cinema vai do Rio de Janeiro a Brasília para documentar o 11º Encontro Nacional dos Veteranos da 2ª Guerra. A equipe retorna ao Rio de Janeiro e inicia uma série de entrevistas com veteranos e ex-combatentes, que contam suas experiências no front da Itália, um país arrasado pelo conflito e em cujo território ainda havia exércitos nazi-fascistas. Em fevereiro de 2000, a mesma equipe segue para o norte da Itália para documentar as cidades por onde as tropas brasileiras passaram, nas regiões da Emília Romana e da Toscana.
http://www.comciencia.br/resenhas/guerradofogo.htm
FELIZMENTE ESSE DOCUMENTÁRIO EU CONSEGUI O LINK:
http://www.youtube.com/watch?v=Z726h2euqBs
Gostou?? Deixe seu comentário e bom carnaval!!!!
Elizabeth - 1998 => Este filme ajuda principalmente para se sentir o clima do período as intrigas e violência usadas para se manter o poder.
Inglaterra, 1554. O país está dividido entre católicos e protestantes. Mary Tudor (Kathy Burke) está no poder e uma católica fervorosa, mas tem um tumor que a deixa com os dias contados. Sua meia-irmã, Elizabeth (Cate Blanchett), uma protestante convicta e a primeira na linha de sucessão. Elizabeth levada até a rainha, que tenta fazê-la prometer que o país seguirá o catolicismo. Mas, apesar de poder morrer, Elizabeth diz que será fiel sua consciência. Já no leito de morte de Mary Tudor, o Duque de Norfolk (Christopher Eccleston) tenta fazer em vão com que a rainha assine a pena de morte de Elizabeth que, com a morte de Mary, coroada rainha. Entretanto, Elizabeth herda um país falido, sem exército e com inimigos por todos os lados, até mesmo na sua própria corte, forçando-a a calcular cada passo para permanecer no poder. Inicialmente ela comete erros graves, mas gradativamente vai se firmando e, sempre aconselhada por Sir Francis Walsingham (Geoffrey Rush), ela planeja matar todos os seus inimigos para consolidar seu poderio.
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-19280/
Guerra do fogo - 1981 => Não julgue o filme pela falta de falas, o trabalho gestual dos atores é ótimo, interessante ressaltar que ele mostra como grupos humanos do mesmo período tinham diferentes níveis de evolução.
Estudo profundo e delicado sobre a descoberta do fogo na pré-história. Coube a Burgess criar uma “linguagem falada” e ao etnólogo Desmond Morris a linguagem corporal e gestual das tribos beneficiadas pelo fogo. Baseado no livro de J.H. Rosny Sr.
O filme trata de dois grupos de hominídios pré-históricos: um que cultuava o fogo como algo sobrenatural e outro que dominava a tecnologia de fazer o fogo. Em termos de linguagem, o primeiro não está muito longe dos demais primatas, emitindo gritos e grunhidos quase na totalidade vocálicos. Já o segundo grupo parece ter uma comunicação mais complexa, com maior número de sons articulados. Há outros elementos culturais, como habitações e ritos, que denotam um maior grau de complexidade do segundo grupo com relação ao primeiro.
http://www.redefilmesonline.net/2010/11/a-guerra-do-fogo-dublado-ver-filme-online.html
http://www.comciencia.br/resenhas/guerradofogo.htm
A cobra fumou - 1999 => Pra quem tem interesse sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial este documentário é o ideal, depoimentos riquíssimos de quem realmente esteve no front.
Em novembro de 1999, uma equipe de cinema vai do Rio de Janeiro a Brasília para documentar o 11º Encontro Nacional dos Veteranos da 2ª Guerra. A equipe retorna ao Rio de Janeiro e inicia uma série de entrevistas com veteranos e ex-combatentes, que contam suas experiências no front da Itália, um país arrasado pelo conflito e em cujo território ainda havia exércitos nazi-fascistas. Em fevereiro de 2000, a mesma equipe segue para o norte da Itália para documentar as cidades por onde as tropas brasileiras passaram, nas regiões da Emília Romana e da Toscana.
http://www.comciencia.br/resenhas/guerradofogo.htm
FELIZMENTE ESSE DOCUMENTÁRIO EU CONSEGUI O LINK:
http://www.youtube.com/watch?v=Z726h2euqBs
Gostou?? Deixe seu comentário e bom carnaval!!!!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
O nome dos monarcas
É comum vermos os nomes de monarcas associados a
caracteristicas, como por exemplo Dom Afonso, O conquistador ou Dona
Maria, A piedosa. Esses apostos são chamados Cognomes.
De acordo com o dicionário COGNOME é:
1. Denominação (às vezes de caráter
qualificativo, positivo ou depreciativo) que se dá a algo, ou
alguém, ou um grupo etc., como epípeto, como extensão ou
substituição de sua designação comum, de seu nome próprio etc.;
ALCUNHA; APELIDO; ANTONOMÁSIA
Dessa forma o cognome é como um “apelido”
dado a um monarca para celebrar seu reinado ou realçar alguma de
suas características.
Podemos destacar :
Da casa de Borgonha:
D.Afonso II, O gordo
D.Afonso II, O Bolonhês
D.Afonso IV, O Bravo
D.Pedro I,O
Até-ao-Fim-do-Mundo-Apaixonado
Da Dinastia de Avis:
D.João I, O de Boa Memória
D.Manoel I, O Pomposo
D.Sebastião I, O Desejado
Casa reinante de
Habsburgo:
D.Afonso VI, O Vitorioso
D.Maria I, A Louca (no Brasil, em Portugal era A
Piedosa)
D.João V I, O Clemente
D.Pedro I,O Rei-Soldado
Outras monarquias também usaram desse recurso, como o rei
francês Luís XIV conhecido como o Rei-Sol.
Quem
quiser saber mais fica a dica dessa apresentação de slides que
explica os cognomes de alguns reis de Portugal
http://www.slideboom.com/presentations/138753/Cognomes
Você também pode através da wikpedia ver a lista com o nome de todos os reis, não só português, mas de outros reinos, basta digitar “Lista de monarcas (país)”
Você também pode através da wikpedia ver a lista com o nome de todos os reis, não só português, mas de outros reinos, basta digitar “Lista de monarcas (país)”
E
vocês se tivessem um cognome qual seria? Deixe seu comentário!!
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Tudo novo de novo
Gostaria primeiro de me desculpar com os antigos alunos que acompanhavam o blog, infelizmente o ano de 2012 foi um pouco tumultuado e não pude manter as postagens.
Além disso como é uma forma de comunicação com os alunos e no ultimo ano eu não os tinha, ficou complicado manter as postagens em dia. Bom esse tempo acabou.....
Agora em uma nova escola começo tudo novamente, utilizarei este espaço para dar dicas de leituras e filmes, além de informações e sites pertinentes aos conteúdos.
Espero que agrade a todos e aguardo sugestões e questões de interesses!!!
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